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A preciosidade que você escondeu de si mesma

Quando foi que você se perdeu de si mesma?

Talvez tenha sido tão devagar que você nem percebeu. Um dia, você era uma menina cheia de sonhos, vontades e brilho nos olhos. No outro, estava ocupada dando conta da casa, do trabalho, dos filhos, das demandas de todos, sem se lembrar da última vez em que fez algo só por você. No espelho, vê uma mulher que sustenta muita coisa. Mas onde foi parar aquela que também precisava de cuidado?

Deixa eu te contar uma coisa sobre as pérolas. Elas nascem da dor. Quando um grão de areia entra na ostra e a fere, ela responde envolvendo aquele incômodo em camadas e mais camadas, até transformar a ferida em joia. Mas a pérola não fica à mostra. Fica escondida, no fundo do mar, protegida por uma concha. Só a encontra quem tem coragem de mergulhar fundo.

Talvez com você tenha acontecido algo parecido.

Em algum momento da sua vida, você também começou a se cobrir de camadas. A forte. A que dá conta de tudo. A que não desaba. A que continua mesmo cansada. E, debaixo de todas essas versões, a sua preciosidade foi ficando escondida. Não deixou de existir. Só foi sendo guardada tão fundo que você quase esqueceu que ela ainda está aí.

Eu sei disso porque também precisei mergulhar.

Houve um dia em que me vi jogada na cama, depois de perder meu segundo bebê. Eu já era mãe, sonhava em viver a maternidade outra vez, e não conseguia. Naquele fundo de dor, uma pergunta me atravessou: “Se eu não consigo nem ser mãe de novo, para que eu sirvo? Quem sou eu?”

Foi no lugar mais escuro da minha história que comecei a procurar a pérola que eu havia escondido de mim mesma.

E essa desconexão com quem você é tem tudo a ver com o seu peso.
Quando a mulher se perde de si, fica um vazio por dentro. E, muitas vezes, ela tenta preencher esse espaço com comida, porque é o alívio mais imediato. Mas não funciona por muito tempo.

Você come, sente um conforto rápido, e depois o vazio volta. Porque não é fome de comida. É fome de si. É a sua essência pedindo para ser reencontrada.

É por isso que dieta nenhuma funciona sozinha. Enquanto esse vazio continuar ali, o corpo seguirá tentando dar conta do que a alma não conseguiu nomear.

Mas existe uma boa notícia: nenhuma pérola se perde. Ela só espera ser resgatada.

E esse resgate começa quando você decide voltar para dentro. Quando revisita a menina que foi, os sonhos que teve, a mulher que existia antes de se adaptar tanto, antes de se endurecer, antes de se deixar para depois. Ela continua aí. Inteira. Valiosa. Viva.

Quando esse reencontro acontece, algo muda em profundidade. A comida deixa de ocupar o lugar de consolo constante. Os hábitos começam a se reorganizar. E, junto com a mulher que você resgata, o corpo se transforma.

Esse é o verdadeiro emagrecimento. Não o que começa na balança, mas o que começa quando você se lembra do próprio valor.

Se você sente que escondeu sua preciosidade em algum lugar do caminho e quer resgatá-la, eu te convido a conhecer o Finalmente Magra.

No acompanhamento individual vou caminhar ao seu lado nesse mergulho, com presença, profundidade e no tempo que a sua história pedir.

Porque você não precisa de mais uma dieta.

Você precisa se reencontrar.

E, quando isso acontece, o corpo e a vida inteira finalmente seguem.

si mesma* Por Emi Moraes – Psicoterapeuta especializada em Emagrecimento Comportamental
Criadora da metodologia “Emagreça de Dentro pra Fora”

“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

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