PSICOMOTRICIDADE E JOGOS: TRABALHO DE PREVENÇÃO

psicomotricidade interna cópia
Foto: Shutterstock

 

A ideia de aplicar o jogo à educação partiu do princípio de que toda criança tem necessidade de uma educação integral assegurada pelo desenvolvimento de habilidades, movimentos e atitudes através da educação psicomotora.

Por isso, pode-se dizer que a criança, quando joga, se expressa, assimila e constrói sua realidade. “Brincar é o melhor caminho para educação integral”, segundo o Plano Nacional da Educação Infantil (2010). Quando uma criança brinca, ela entra em contato com suas fantasias, desejos e sentimentos. Conhece a força e os limites do próprio corpo e estabelece relações de confiança com o outro.

Quando se fala em desenvolvimento global, estamos nos referindo aos aspectos cognitivos, afetivos e sociais que englobam o processo de aprendizagem pleno. Piaget (1992), em sua teoria do desenvolvimento infantil, já afirmava a inteligência motora, que é a prática de movimentos, reflexos e também a partir de estímulos do ambiente.

Todas essas ações desenvolvem habilidades para a aprendizagem. Os estímulos oferecidos pelo ambiente possibilitam gradativamente maior autonomia nos seus esquemas motores, adquirindo assim novas habilidades!

 

O processo de desenvolvimento neurocognitivo será fruto de uma complexa interação entre maturação do sistema nervoso central e os estímulos ambientais.

O jogo é aliado da criança no biopsicossocial. O espaço e o cotidiano escolar devem adotar as seguintes estratégias de prevenção:

  • Criar um ambiente estimulante (prazer e alegria);
  • Alunos reconhecidos (em suas possibilidades);
  • Relação professor e aluno (sem ameaças);
  • Ter ludicidade (jogos e brincadeiras);

O brincar acaba sendo uma das necessidades básicas de uma criança, pois desenvolve músculos, sensibilidade, coordenação motora e as habilidades mentais. A criança busca a ludicidade, tarefa necessária e imprescindível na infância!

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