Moda e consciência social

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Nesses últimos dias, todos os pequenos empresários passaram por muitas dificuldades ao gerir os seus negócios. Foi um desafio seguir em frente, já que tudo que não era comida, água ou remédio passou a ser totalmente supérfluo. A crise tomou diversos setores: observe na próxima vez que, por algum motivo, você for andar na rua quantas lojas estão com placas de “aluga-se” “passo ponto”; isso porque nem todos os negócios locais resistiram.  

Sabemos que o melhor “remédio” contra a disseminação da covid-19 é o distanciamento social, mas é mais fácil fechar o comércio inteiro do que aumentar a frota de ônibus, aumentando assim o espaço nas acomodações entre uma pessoa e outra; é mais fácil fechar o comércio inteiro do que fiscalizar boates e festas clandestinas, onde pessoas se aglomeram sem máscara. Existe, sim, uma falta de consciência social enorme, e por outro lado também existe uma ingerência na questão pandêmica.  

Todos nós gostaríamos muito de não estar passando por isso. Ao invés de um texto pesaroso sobre os efeitos da crise, aqui estaria um texto sobre a meia estação e os looks “cebola”. Eu poderia descrever sobre as estampas animal print, que estão super em alta para meia estação ou sobre como todo mundo parece mais bonito quando chega o outono/inverno, mas acho mais urgente abordar os termos da crise aqui, até mesmo pra gerar mais consciência social aos nossos leitores. 

Existe uma crise sanitária que logo vai passar. Já existe a vacina, pessoas estão se imunizando, mas ainda é necessário o cuidado da sociedade como um todo, em vista de algumas atitudes egoístas que podem levar à falência de algumas pessoas e também empresas, gerando assim mais desemprego do que antes já existia, afundando, assim, a economia do país inteiro. 

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