Existe um momento na vida em que você percebe que não está mais dizendo “não” para o mundo. Você está dizendo não para si mesma.
E foi exatamente desse lugar que nasceu a vivência “O Ano do Sim”.
Ela não surgiu como uma ideia de evento. Ela surgiu como um chamado.
Eu e Rose nos encontramos no mesmo ponto interno: era hora de abrir um campo de cura que não cabia mais só na teoria.
Criamos juntas.
Sentindo. Escutando. Sendo guiadas.
E o que aconteceu ali… não foi comum.
Não foi um evento. Foi um campo.
Não era sobre assistir. Era sobre se atravessar.
Cacau. Rapé. Apometria. Hipnose. Meditações. Dança.
Mas nenhuma dessas práticas, sozinha, explica.
O que aconteceu foi um encontro com tudo aquilo que estava sendo evitado há anos.
E quando isso acontece não existe como sair igual.
A intenção nunca foi “curar”
Mostrar onde cada pessoa ainda se negava.
Onde repetia padrões.
Onde dizia “não” para a própria vida.
Porque o verdadeiro “sim” só nasce quando o “não” é visto e integrado.
O momento em que tudo mudou
O ponto de virada
Durante a condução, eu falei de um lugar que não era racional.
Era profundo. Cru. Verdadeiro.
Ali, eu não estava conduzindo.
Eu estava sendo atravessada junto com o grupo.
Na hipnose, acessamos traumas que já estavam no corpo.
E o que veio não foi desespero. Foi liberação.
Quando o campo fala, quem conduz também é atravessado

Rosi descreve o evento “O Ano do Sim” como uma experiência profunda de transformação e expansão de consciência, que impactou todos os participantes antes, durante e depois do encontro. Ela destaca a liberação emocional, a cura de padrões e a força do trabalho energético vivido no evento.
Também ressalta a importância da presença do sagrado masculino, tornando a experiência ainda mais especial, e o impacto das práticas terapêuticas como a apometria e o rapé na reconstrução emocional.
Por fim, ela reflete que o encontro trouxe aprendizados essenciais: quem cura também é curado, é fundamental estar em ambientes que fortaleçam a essência, e dizer “sim” para a vida exige reconhecer e sustentar os próprios “nãos”.
Quando a resistência é o portal
E talvez um dos relatos mais fortes tenha vindo antes mesmo da vivência começar. A participante Camila Paula, 42 anos, compartilhou:
“Na semana que antecedeu o retiro, senti medo, ansiedade e até pânico de viajar — o que não é comum pra mim, porque sou tranquila e adoro viajar. Mas permaneci firme e entendi que era algo que eu precisava atravessar para acessar o próximo patamar da minha vida.
E foi exatamente isso que aconteceu. O evento me proporcionou vivenciar minha própria medicina em mim — algo que eu já acessava, mas ainda não tinha vivido com profundidade.
A cura foi revelada. Meus mentores se fizeram presentes com toda a orientação necessária para o meu crescimento profissional. Saio com amor, gratidão e a certeza de que tudo é exatamente como tem que ser. Os sinais mostram o caminho. Basta acreditar”, disse Camila Paula.
Quando o corpo fala o que a mente evitou
Muitas pessoas ainda olham para práticas como cacau, rapé e apometria com julgamento. Mas a verdade é simples e talvez desconfortável: nem tudo se resolve na mente.
Existem dores que vivem no corpo. Na energia. Na memória emocional. Essas ferramentas não são “místicas”. Elas são pontes.
Pontes que ajudam a acessar o que a mente racional não consegue alcançar sozinha.
E quando usadas com responsabilidade, presença e intenção elas aceleram processos que levariam anos.
Os padrões que vieram à tona
Se eu tivesse que resumir, foram esses:
– Autoabandono
– Medo de julgamento
– Controle excessivo
– Culpa por se priorizar
– Desconexão emocional
Mulheres fortes por fora, mas cansadas por dentro. E quando isso foi acolhido sem julgamento algo começou a se reorganizar de dentro pra fora.
A transformação que ninguém esperava
Não foi sobre aparência. Foi sobre presença. No início do dia: corpos tensos, olhares cansados, energia retraída.
Ao final: leveza, expansão, olhos brilhando. Mas, acima de tudo: verdade.
Sem máscaras.
Sem performance.
Sem necessidade de se esconder.
Então… o que é dizer “sim” para a vida?
Não é sobre aceitar tudo.
Não é sobre positividade.
Dizer “sim” para a vida é: parar de fugir do que precisa ser visto
sustentar os próprios “nãos” com maturidade e escolher, conscientemente, viver a própria verdade.
Mesmo quando isso exige atravessar desconfortos. Porque, no fim o verdadeiro “sim” não é leve. Ele é honesto. E é isso que liberta.
Quem viveu não volta para o mesmo lugar interno.
* Por Emi Moraes – psicoterapeuta especializada em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.
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