Psicanalista Rosane Trapaga explica como padrões emocionais herdados de outras gerações podem levar mulheres independentes a abrir mão da própria identidade nos relacionamentos
Mulheres que conquistaram independência financeira, construíram carreiras e ocupam posições de liderança também podem enfrentar dificuldades para preservar sua autonomia na vida amorosa. O medo da rejeição, a necessidade de aprovação e o receio do abandono estão entre os fatores que ajudam a explicar esse comportamento.
O tema será abordado pela psicanalista, supervisora clínica e mentora de mulheres Rosane Trapaga no encontro on-line “Quando amar é desaparecer de si”, marcado para 9 de novembro de 2026, das 19h às 21h, pela plataforma Google Meet.
Com mais de 20 anos de experiência clínica, Rosane discutirá como padrões emocionais transmitidos por mães, avós e outras referências femininas podem influenciar as escolhas afetivas, associando o amor ao sacrifício e à renúncia pessoal. “A emancipação social não significa, necessariamente, emancipação subjetiva”, afirma a especialista, destacando que as conquistas femininas nem sempre são acompanhadas por mudanças na forma de vivenciar os relacionamentos.
A idealização do parceiro, o medo da solidão, a busca por reconhecimento masculino e os efeitos de relações marcadas por controle e desvalorização também estarão em pauta. “Talvez a pergunta não seja apenas por que uma mulher tem medo de perder o homem que ama, mas por que, tantas vezes, ela aceita perder a si mesma para não o perder”, questiona Rosane.
O encontro propõe uma reflexão sobre a importância de reconhecer os próprios desejos, estabelecer limites e construir relações mais equilibradas, sem abrir mão da individualidade.
Com duas horas de duração, a programação incluirá reflexões teóricas e clínicas, além de espaço para perguntas e troca de experiências. A atividade é destinada a mulheres interessadas no tema, profissionais e estudantes de psicanálise, psicologia, saúde e educação, além do público em geral.
Sobre Rosane Trapaga

Rosane Trapaga é psicanalista, supervisora clínica, mentora de mulheres e fundadora do Instituto Psicanálise em Movimento.
Com mais de duas décadas de atuação, dedica-se ao estudo da subjetividade feminina, das relações afetivas, dos vínculos familiares e da transmissão emocional entre gerações.
Seu trabalho reúne atendimento clínico, supervisão, formação psicanalítica, grupos de estudos e iniciativas voltadas à compreensão dos desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade contemporânea.

Serviço
Encontro: Quando amar é desaparecer de si
Condução: Rosane Trapaga, psicanalista, supervisora clínica e mentora de mulheres
Data: 9 de novembro de 2026 (segunda-feira)
Horário: Das 19h às 21h
Formato: On-line, pela plataforma Google Meet
Público: Mulheres, profissionais, estudantes e interessados em relações afetivas e comportamento humano.
Duração: 2 horas, sendo uma hora de exposição e outra dedicada à interação com as participantes.
Investimento: R$ 50,00
Pagamento via Pix: (21) 99055-6319
Inscrições e informações: WhatsApp (21) 99138-2082
Realização: Rosane Trapaga — psicanalista, supervisora clínica e mentora de mulheres.
Assessoria de Imprensa: Graça Paes (21) 9 9646 66 36
























