Aprendizagem deve dinâmica e capaz de gerar motivação

Aprendizagem deve ser um processo dinâmico, criativo, gerar motivação, curiosidade e, para isto, precisam ser utilizadas também a emoção e os sentimentos.

Outro mecanismo envolvido na hora de aprender é o da recompensa, que fortalece as memórias criadas. Isso acontece devido à tendência do cérebro de impulsionar as atitudes capazes de proporcionar prazer.

 Aprendizagem- O cérebro de cada ser humano é único. Os diferentes métodos de aprendizagem devem contemplar a diversidade e peculiaridade.
O cérebro de cada ser humano é único. Os diferentes métodos de aprendizagem devem contemplar a diversidade e peculiaridade.

Uma vez ativado, o sistema de recompensa ele fortalece a consolidação das memórias positivas, a fim de induzir sua repetição. E no caso das negativas, o intuito é lembrarmos bem dos males para evitá-los. Por essa razão, um ensino prazeroso e motivador fortalece a aprendizagem.

O cérebro de cada ser humano é único. Os diferentes métodos de aprendizagem devem contemplar a diversidade e peculiaridade dos cérebros das crianças e adolescentes. Porém é importante que os professores fundamentem e atualizem as suas práticas baseados nos avanços em neurociência e aprendizagem, para aumentarem a eficácia de seus métodos em favor do desenvolvimento pleno dos potenciais de seus alunos.

Durante a etapa do desenvolvimento, o sistema nervoso é mais plástico. São janelas de oportunidade, onde ocorre maior suscetibilidade a transformação. Na fase adulta, essa capacidade diminui ou se modifica à medida que envelhecemos, mas não desaparece. O ápice do desenvolvimento neural se dá na primeira infância, até os oito anos de idade. Aos 17 anos, o cérebro da pessoa já atinge o total do seu estágio de crescimento, mas isso não significa que, após essa idade, você não possa mais adquirir determinados conhecimentos.

A neuroplasticidade resume-se pela capacidade de desenvolvimento de novas habilidades, seja o aperfeiçoamento de algo preexistente ou a aprendizagem de algo inédito.

* Artigo publicado pela colunista Regina Marques Gonçalves, neuropedagoga.

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